Tenho saudades de quando os livros eram, para mim, brincadeira de criança. Minha mãe trabalhava em Santo Amaro. Contratara, como minha babá, a Biblioteca Pública do 13 de Maio.
Quando conheci Ritinha pela primeira vez, achei que ela tinha tantos sorrisos e tantos abraços... Quando conheci Ritinha pela segunda vez, achei que ela tinha uma tristeza nos olhos e um pedaço de silêncio espremido na garganta... Quando conheci Ritinha pela terceira vez, vi o reflexo de meus extremos e contradições.
Dorival Caymmi tem cheiro de chuva, de terra molhada. Seu canto é o barulho do vento, das ondas, do mar. Sua voz embala a rede na varanda, Tem o cheiro dos peixes, dos homens que vão pescar.
Ah! O deleite com as tintas... As crianças metem os dedos nos potes. Melam de amarelo, verde, azul, vermelho. Transferem para o papel aquelas cores. E voltam a meter os dedos nos potes.