Chaves, nosso velho sábio, conselheiro, professor... por que desististes de viver? Tu, que andastes sempre entre o abismo e o vôo... Tu, que equilibrastes em cada palma da mão a sensatez e o seu reverso...
Ela acordou com os olhos nublados de céu. Seu peito se inflava de uma agonia risonha, daquelas que nos faz ouvir música em cada sopro de vento. Olhou-se no espelho e se achou bonita. Dispensou os cremes e as tinturas em pó para vestir-se com seu próprio arco-íris.