Prometi a mim mesma que hei de escrever ao menos uma vez por semana... É que sei que as palavras precisam ser alimentadas. São pássaros, asas abertas para o infinito.
Esta carta vai endereçada aos governantes que acham que, para administrar bem, basta abrir avenidas, construir grandes equipamentos públicos e aquecer a economia.
Eu não preciso de flores.Nem presentes. Perfumes. Jóias raras. Vinhos ou bombons. Preciso das tuas mãos macias. Teu cheiro, teu calor e tuas segundas intenções