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Lampião do asfalto

Este poema foi inspirado em uma figura lendária: Lampião.
Não o Lampião cangaceiro, anti-herói do sertão.
Falo de um Lampião moderno, não menos valente.
Falo daquele cangaceiro que passeia pelas ruas, bares e mercados do Recife, vendendo cordéis, cantando e brincando.