11 de janeiro de 2012

Menina sementeira



Primeiro, foram as sementes:
ternura tecida em letras,
em histórias,
em poesia.
Então me dei conta da flor:
bordada em sensibilidade,
leveza,
alegria.

Os frutos ficam por aí,
nas trilhas do mundo,
no caminho das gentes,
onde quer que tenha passado
a menina das sementes.

E os frutos são tão doces
tão maravilhosos
tão tão tão...
que até as almas mais áridas
caem em tentação.
E, depois de digeridos,
tais frutos deitam sementes
no coração.

Para Magníssima, menina sementeira.
Confiram suas sementes em: http://sementeiras.com.br/

2 comentários:

Magna Santos disse...

As palavras ficaram presas na garganta, junto com as lágrimas. Andam fazendo isso comigo, ultimamente, estão fugindo de mim.
Mas, agora, é um receio imenso de dizer algo pequeno para ti, Fabi. Tu mereces muito!
E eu só sei mesmo é que tenho muito, mas muito mesmo o que agradecer. Teu primeiro poema de janeiro...neste mês que fiz aniversário...como água que molha o chão sedento... Generosa demais para esta terra pequenina.
Obrigada, Fabi. Muitíssimo obrigada mesmo. Que eu possa me fazer merecedora de tanta delicadeza.
E agradeço a Deus por ti, por seres ponte aonde quer que vá. Que Deus te abençoe, te proteja e te ilumine sempre.
Beijão bem grandão recheado de muito afeto.
Magna

Canto da Boca disse...

Tudo aqui nesse texto é lindeza. Você com sua expressividade única e que invariavelmente me cala, e cala fundo e não é brincadeira não, é um silêncio "internacional"!
Quando não é de um jeito é de outro, e hoje foi com essas palavras afetuosas, doces, verdadeiramente sentidas, que nos dá um pouco a medida de quem é a homenageada e a autora da homenagem!

E eu deixo um beijo grande de carinho para as duas!

;)

 

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