20 de abril de 2012

Tantas águas...

O que me doi não é que as palavras tenham voado de meu alcance. Quem me dera o silêncio... Só o silêncio, mais nada. São tantas as minhas vidas e meu tempo é só um eu já não caibo em mim e me espalho em salas de aula bibliotecas crianças e me esparramo em histórias teatros esperanças... Tantos lugares percorro que já não sei onde estou. E, ausente de mim, distante das palavras. Mas o que me doi é este excesso, que não me permite olhar o que cala.

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