16 de março de 2009

Fadiga duplicada

Quando minha cabeça dói,
o estômago reclama
e este peso imenso desaba sobre meu corpo,
então meu pequenino chora,
faz dengo,
quer colo,
como se minha fadiga pesasse sobre ele.

Mas os meus afagos não tem a macieza necessária.
Minha voz está calada de doçura.
Meus olhos estão cansados e ausentes.
E a carência da mãe só cresce.
Todo seio é pouco para saciá-lo de ternura.

1 comentários:

Magna Santos disse...

Luna, cansei só de pensar. O que seria dos pequenos se não fossem as mães...ou seria o contrário?
Beijo.
Magna

 

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