5 de julho de 2010

Para uma amiga especial

Por que eu não sei o que escrever quando penso nela, e no entanto é uma amiga tão especial?
Por que as palavras falham, a voz não grita e o coração fica parado em uma imagem e um sorriso?
Deve ser, Edivane, por que você é sempre aquele ponto na frase, que parece completar o que gagueja.
Deve ser, Edivane, por que você é pouso certeiro em meus eternos vôos, pequeno descanso para asas afoitas.
Deve ser, Edivane, por que você tem as pedras que abrandam correntezas; é aquela rede que impede que o intrépido trapezista se esborrache no chão.
Deve ser, Edivane, por que seus olhos vêem os céus sem nuvens: límpido, claro, com todos os seus azuis.

Cigana de encruzilhadas: em uma mão, o talento e a criatividade de quem escreve e atua. Na outra, a mão segura e a voz firme de empresária. Entre as duas mãos,o sorriso aberto e a alma limpa, de quem não se deixa macular.

1 comentários:

Cleyton Cabral disse...

Doce homenagem para essa mulher que tanto admiro. vamos marcar um café? Beijão.

 

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