22 de março de 2010

Aprendizagens



Estou aprendendo a não cobrar tanto das pessoas.

A não ver nelas o abismo escuro,
e sim a lua que surpreende a noite.

A não ver nelas a boca que devora,
mas os dentes que esperam o momento do sorriso.

Garras afiadas também fazem cafuné.
E há em todo sanque
tanta vida,
tanta vida...

Estou aprendendo a desconfiar de minhas verdades.
E sei que esta é a melhor maneira de acreditar nelas!

2 comentários:

Magna Santos disse...

Agora tu pegaste pesado, minha cara Fabiana.
Falaste de sabedoria com sabedoria e isto emociona.
Beijão!
Magna

Mariana de Sousa disse...

Adorei o texto. É de uma sutileza incômoda e imagem é fofa (:

 

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